domingo, abril 29, 2007

Jantar da Serenata

No proximo dia 5 de Maio de 2007, a Tintollus vai reunir-se para um repasto no Restuarante “o Papagaio” (se não estou em erro) como preparação para uma semana de loucura que é a Queima das Fitas do Porto.

Agradecemos que mandem a confirmação via sms ou chamada telefónica para os seguintes doutores:

Porquinho: 916807832

Presunto: 936933086

Mono: 939426984

Morais: 965886897

Nunca é demais relembrar que todos os membros desta grande família que é a Tintollus Praxis, deve ostentar o nosso mui nobre traje académico, que se alguém tiver afilhados ou afilhadas que não pertençam a Tintollus, que avisem porque temos que confirmar no restaurante!

Já agora agradecíamos que assinassem as mensagens

Ave tintollus a queima ta a chegar e a malta vai-se emborrachar!!

sexta-feira, abril 27, 2007

Special request

As três postas abaixo foram botadas aqui a pedido do Morais, fica o pedido aceite e cumprido.
Shine on!

"E uma coisa que está bem a propósito... :)"

"
Queima das Fitas Porto 2007

Cartaz da Queima das Fitas do Porto 2007 já está divulgado!!
Aqui estão as datas:
06/05 (00:01) - The Mad Dogs e Blasted Mechanism
06/05 (22:00) - David Fonseca e Pedro Abrunhosa
07/05 (22:00) - Mercado Negro e Patrice
08/05 (22:00) - Quim Barreiros e Fernando Pereira
09/05 (22:00) - The Gift e Rui Veloso
10/05 (22:00) - Mundo Secreto e Da Weasel
11/05 (22:00) - D'zrt e Papas Da LÍngua
12/05 (22:00) - Oioai e Xutos E Pontapés
Divirtam-se!!


Abraço,

B. Morais
"

"Um pouco da História da Praxe"

"# Origens

A actual praxe académica surge na Universidade de Coimbra. Tem como base uma jurisdição especial, que (o "foro académico"), a qual era aplicada pela Polícia Académica. A organização desta polícia era constituída por alunos, e a hierarquia definida pela antiguidade dos mesmos na universidade. O seu papel era o de zelar pela ordem no campus, e fazer cumprir as horas de estudo e recolher obrigatório por alunos e professores, sob pena de prisão, sobrepondo-se às autoridades oficiais. Também tinha a imcumbência de evitar a entrada na faculdade dos habitantes da cidade que não fossem estudantes ou professores. Com estas responsabilidades, misturavam-se rituais de iniciação (ou "investidas"), para os novos alunos, recém-chegados - os caloiros - à universidade, geralmente envolvendo actos de violência.

Pouco mais é conhecido destes rituais, até que em 1727, devido à morte de um aluno, D. João V a proíbe: "Hey por bem e mando que todo e qualquer estudante que por obra ou palavra ofender a outro com o pretexto de novato, ainda que seja levemente, lhe sejam riscados os cursos."

No século XIX, o termo "investida" dá lugar aos termos "caçoada" e "troça". Os episódios de violência sudedem-se, com os novos alunos a serem rapados ou obrigados a cantar e a dançar e chega mesmo a haver confrontos físicos com os mais velhos.

Com o fim da polícia universitária em 1834, os estudantes decidem criar uma adaptação desta tradição e recuperar os rituais de iniciação. Assim, após o toque da "cabra" - o sino da torre da Universidade - patrulham as ruas da cidade, em busca de infractores, organizados em "trupes". No final do século XIX, surgem novamente relatos de violência entre estudantes, relacionados com os rituais de iniciação, onde os novos alunos eram obrigados a cantar e dançar, e em que era também frequente cortar-lhes o cabelo. Num destes episódios, um dos praxistas é morto por um caloiro.

A praxe foi entretanto interrompida durante alguns períodos. Durante a Implantação da República a praxe é abolida devido à oposição dos estudantes republicanos, sendo reposta em 1919

# Do Século XX à Actualidade


Durante o século XX, a praxe académica desempenhou um papel de luta contra o salazarismo, e a Guerra Colonial. As consequentes represálias, culminaram no Luto Académico em 1961, que levou à suspensão de todas as actividades.

Com o fim do regime a 25 de Abril de 1974, no final da década de 70, a praxe regressou a Coimbra e espalhou-se pelas restantes universidades de Portugal, na década seguinte (anos 80).

A Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto e a Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto são exemplos de instituições que nunca voltaram a re-implantar a tradição. No entanto, alguns dos seus alunos, são por vontade própria praxados por outros alunos das faculdades de Medicina, Ciências e Letras.

Na cidade de Lisboa a adesão á praxe aumentou mas lentamente, devido também em parte á imensão da propria cidade e ao facto de não ser uma cidade académica, como Coimbra ou Évora. Um caso de sucesso é o da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, regindo-se por um código de praxe proprio e tentando respeitar e reavivar a tradição. No entanto, devido à volatilidade própria do meio estudantil, é difícil precisar actualmente qual é a adesão à praxe em cada Universidade.

Os movimentos anti-praxe que entretanto surgiram opõem-se às tradições da Praxe, remetendo para aspectos obscuros e desonrosos destas tradições. Afirmam que o número de relatos é inferior ao número de incidentes que realmente acontecem, enquanto que aqueles vinculados à Praxe negam vigorosamente. Assim a sociedade vê-se também dividida entre as duas versões, mantendo-se o actual "status quo"."

"Praxe Académica"

"Todos já ouviram falar sobre a Praxe Académica e todos têm uma ideia, mais que não seja preconcebida, sobre o que são as Praxes! Para uns a Praxe é uma coisa negativa para outros uma coisa bastante positiva.

Mas o que é afinal a Praxe Académica?

A Praxe Académica é um conjunto de tradições geradas entre estudantes universitários e que já há séculos vêm a ser transmitidas de geração em geração. É um "modus vivendu" característico dos estudantes e que enriquece a cultura lusitana com tradições criadas e desenvolvidas pelos que nos antecederam no uso da Capa e Batina. Praxe Académica é cultura herdada que nos compete a nós preservar e transmitir às próximas gerações.

A palavra Praxe tem origem na palavra grega "praxis" que significa a prática das tradições, dos usos e costumes. A "praxis" está de tal modo inserida no nosso quotidiano que quando alguém procede de certa forma só porque era esperado, devido à mecânica dos comportamentos sociais de grupos, não é raro ouvir-se dizer: "Pois... já é da Praxe!".

Ao contrario do que se possa pensar a praxe não é para fazer mal ao caloiro ou gozar com ele, mas sim a praxe serve para ajudar o caloiro ou recém-chegado à Universidade a integrar-se no ambiente universitário, a criar amizades e a desenvolver laços de sólida camaradagem. É através da Praxe que o estudante desenvolve um profundo amor e orgulho pela instituição que frequenta, a sua segunda casa.

A história da Praxe remonta ao século XIV, praticada na altura pelos clérigos monásticos, mas o seu contexto mais conhecido aparece no século XVI sob o nome de "Investidas". A Praxe, na época, era na realidade bastante dura para com os caloiros, o que a levou a ser considerada "selvagem" pela opinião popular nos finais do século XIX.

A Praxe revestiu-se historicamente de diversas formas, sofreu inúmeras transformações e chegou mesmo a estar proibida e suspensa. Após o 25 de Abril de 1974 a Universidade deixou de ser ver vista como um lugar sagrado, destinado a muito poucos, e assim com a democratização da Universidade, voltasse a implantar a grande tradição da Praxe Académica.

E novamente contrariando o senso comum: a Praxe Académica não existe somente na Universidade de Coimbra e varia de Universidade em Universidade.

A Praxe Académica e o seu espírito não é apenas das festas e dos copos, ela também ajuda o indivíduo a preparar-se para a futura vida profissional. Através das várias "missões impossíveis" que o caloiro tem de desempenhar, este vai-se tornando cada vez mais desinibido, habituando-se a improvisar em situações para as quais não estava preparado.

Não se pode confundir Praxe Académica com as "pseudo-praxes", executadas apenas por indivíduos ignorantes na matéria. A Praxe não pode nunca ser sinónimo de humilhação ou de actos de violência barata levados a cabo por uns quantos frustrados que não sabem o que são as tradições académicas e só usam um traje para se pavonearem na esperança de serem notados. São indivíduos destes os responsáveis pelo actual estado moribundo da verdadeira Praxe Académica que tem vindo a dar lugar a ditaduras absurdas, um pouco por todo o lado, que partem de ignorantes que desejam que a Praxe seja aquilo que lhes apetecer.

A Praxe Académica, de uma forma geral, é regida por uma hierarquia (ordem decrescente): Dux-Duxorum (O Dux dos Duxs), Dux Veteranorum (aquele individuo que, em princípio e por tradição, tem mais matriculas na Universidade), Veterano, Doutor Veterano, Doutor, Pastrano (Semi-Puto), Caloiro, Besta, contendo as actividades realizadas sempre como base o Bom Senso. Outros patamares hierarquicos, como paraquedistas e caloiros estrangeiros, existem, mas não vou entrar em tão ínfimos pormenores!

A Praxe Académica e o uso da Capa e Batina representam humildade e o respeito pelos outros.

Todo o "trajante" é obrigado, quando tem a capa pelos ombros, a coloca-la de forma a que qualquer tipo de insígnia não esteja visível. As dobras efectuadas são pelo número de matrículas realizadas e uma dobra a mais com significado livre para o estudante. A capa quando traçada só se pode ver preto.

A vida Académica do estudante é feita de momentos e de recordações, podendo ser retratadas pelos distintivos, insígnias, não devendo no entanto ser colocados os emblemas sem significado a nível académico ou pessoal para o estudante, pois estes emblemas não passam de acessórios que vão contra ao que o traje académico representa a nível académico ( Aos elementos de Tunas Académicas é permitido o uso de outro tipo de acessórios).

O uso de Pin’s não deverá também ser exagerado, pois o traje faz parte de uma tradição académica centenária, por isso não deve conter acessórios supérfluos.

O Traje Académico deve ser usado com orgulho, mas nunca com arrogância ou vaidade, pois este simboliza a igualdade entre todos os estudantes.

A Praxe Académica tem uma mecânica inerente que, ao ser desrespeitada, acaba por culminar em verdadeiros insultos à tradição.

A Praxe é dura, mas é a Praxe! ("DURA PRAXIS, SED PRAXIS!")"

terça-feira, abril 24, 2007

Jantar da serenata...

Quem vai ficar responsável pelo jantar da serenata? Aceitam se sugestões? Quem pode? Nem venham com cena de e tal... O mono fica...

Não não!

Arranjem outro!!

Abreijo
Mono

quinta-feira, abril 19, 2007

Cuba!!!

Porco, conta-nos coisas pah!
Shine on!

sábado, abril 14, 2007

PRAXE 06/07 Parte 2 - PROGRAMA

Informo os demais interessados que no próximo dia 15+1 de Abril inicia-se a Praxe 06/07 parte II com o seguite programa:

Dia 15+1: As 9:o1 parte um metro do ismai carregado de caloiros e Drs, com destino a Trindade, para que os caloiros andem pelas ruas da invicta e sejam baptizados nos Leões.

Dia 17: Noite de Revista dos Trajes. Esta actividade terá lugar no grande auditório e será seguida de uma tertulia a fim de esclarecer todas as duvidas a respeito do traje académico...

Dia 17+1: JULGAMENTO! Este julgamento será só para doutores (só os Drs são julgados) e quem tiver queixas a apresentar que o faça até dia 15+1 (segunda feira) ao conselho de Veteranos. é demais salientar que o duxe disse que o julgamento não vai ser "facil", pois também será assistido pelos caloiros...

Dia 19: Festa académica no Batô, no porto. De preferencia, trajados... e caloiros com colete...! (3€ com direito a uma bebida de capsula...finos e tal...)

Dia 19+1: Festival de Tunas Femininas, seguido de festa no MAU MAU.. quem for trajado paga menos na entrada do festival e no MAU MAU

Venha a semana que nós ca estamos, não é TINTOLLUS??????????

ave tintollus a praxe é RI-FIXE 2, e eu sou muito bonzinho e pobrezinho...!!

portem-se bem.. nao quero ver chinadelas na quarta. :D

sexta-feira, abril 13, 2007

Coisas por aí

É assim, há coisas que ditas ninguém acredita. E a minha sorte é eu ter TESTEMUNHAS que também ouviram aquela caloira proferir aquelas mesmas palavras.

Trata-se de uma (esperem, vou tentar não me enganar) SIMULAÇÃO DE SERENATA.

Isto, a propósito da revisão de trajes de terça-feira. Não me vou alongar muito no assunto, vou deixar que vocês o façam.

Avé

domingo, abril 08, 2007

Boa Páscoa!

Desejo a todos os meus colegas de blog uma Boa Páscoa com muitas amêndoas e essas cenas doces...

Que esta data seja passada na companhia de toda a família... reunida á mesa... a comer e beber até não poder mais...!!

Ah, o Porko vai amanha pra Cuba....

sem mais de memento, uma boa páscoa para todos..!!

avé tintollus a praxe é altamente e eu curto totil...
ja falta pouco pró dia 16..hihihihi ;)

terça-feira, abril 03, 2007

Convocatória

"Reunião Conselho de Veteranos do Ismai, OBRIGATÓRIA PARA TODOS OS PRAXISTAS no próximo dia 12 de Abril pelas 21.59 horas no auditório do Instituto Superior da Maia.

ORDEM DE TRABALHOS:

1 - TRATADO DE BOLONHA

2 – IMPOSIÇÃO DE INSÍGNIAS

3 - CARRO DO CORTEJO DA QUEIMA DAS FITAS 2007"

Para que não está na mailing list do Conselho de Veteranos, fica o aviso. Encontramo-nos lá ?

segunda-feira, abril 02, 2007

Um emílio

"
Boa tarde. Como aluno do ISMAI e com presença tão regular quanto possível nas actividades académicas venho por este meio comunicar a minha desilusão acerca da forma como foi tratada a morte recente do nosso colega Carlos Julião. Este descontentamento não é dirigido ao Conselho de Veteranos do ISMAI, por isso sei que pouco têm a ver com a situação. Julgo ter sido uma absoluta falta de respeito, civismo, compreensão e dignidade o facto da Associação de Estudantes ter promovido uma festa no dia do funeral do Carlos. Fique claro que eu não o conhecia, mas creio que concordam comigo. Este mail serve para propôr que se faça alguma espécie de homenagem ao Carlos. Pelo que sei ele era assíduo na actividades académicas, e julgo que deverão ser essas mesmas actividades que ele defendeu a defenderem-no a ele. Desde que se soube do falecimento do Carlos tenho visto e sabido de várias pessoas do ISMAI que fizeram homenagens mais ou menos individuais, homenagens sentidas. Acho que seria um factor de união e sem dúvida uma honra devida a qualquer elemento das actividades académicas prestar-se uma homenagem conjunta. Uma ideia possível seria no dia do cortejo, em frente à tribuna, fazermos todos um minuto de silêncio, depois uma saudação ao Carlos, através do seu nome de praxe, e só depois uma saudação ao Magnum Dux Veteranorum. Considerem.
Saudações académicas.
Alexandre Azevedo, Tintollus Praxis.
"
Este foi o mail que enviei ao Conselho de Veteranos. Desculpem-me por ter assinado em nome da trupe mas após falar com imensa gente da tintollus (três pessoas) e eles terem concordado, assim foi.
Shine on!